Léxico

  • Dioxinas, toxicidade. Furanos, toxicidade. Poluição ambiental.

    Esses compostos são de origem não natural, considerados altamente tóxicos, extremamente persistentes, tendo sido detectados em todas as matrizes ambientais como: solo, sedimentos, ar, água, animais e vegetais; b) emissões desses compostos para a atmosfera ocorrem principalmente nos processos de combustão; c) dispersão atmosférica, deposição e subseqüente acumulação na cadeia alimentar têm sido a principal rota de exposição da população em geral; d) devido à natureza lipofílica e persistência, estes se acumulam em tecidos gordurosos, sendo os alimentos de origem animal os que apresentaram maiores concentrações; e) no Brasil, os poucos estudos realizados, com medidas de concentrações desses compostos no meio ambiente, apresentaram alguns níveis comparáveis aos da Alemanha. Recomenda-se a continuidade de pesquisas no Brasil, sobre esses compostos, em especial sua acumulação em alimentos e no tecido humano.

    Fonte: https://getuikit.com/docs/accordion

  • Combustão ou queima

    A combustão completa é naturalmente improvável de ocorrer, a menos que a reação ocorra em situações cuidadosamente controladas, como, por exemplo, em um laboratório. "Combustão ou queima é uma reação química exotérmica entre uma substância (o combustível) e um gás (o comburente), geralmente o oxigênio, para liberar calor e luz. Durante a reação de combustão são formados diversos produtos resultantes da combinação dos átomos dos reagentes. No caso da queima em ar de hidrocarbonetos (metano, propano, gasolina, etanol, diesel, etc) são formados centenas de compostos, por exemplo CO2, CO, H2O, H2,CH4, NOx, SOx, fuligem, etc, sendo que alguns desses compostos causam a chuva ácida, danos aos ciclos biogeoquímicos do planeta e agravam o efeito estufa."

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Combust%C3%A3o

  • Composição físico-química de nosso lixo

    As entidades do Coletivo, signatárias da deliberação, consideram que este tipo de política é insustentável: coloca em risco a saúde pública e o meio ambiente, já que os incineradores geram cinzas, filtros e efluentes contaminados, que exigem acondicionamento e tratamento como resíduos altamente tóxicos. Segundo estudos, foram diagnosticados mais de 195 compostos químicos diferentes nas emissões de incineradores de resíduos.

    Fonte: http://incineradornao.net/2011/08/diga-nao-a-incineracao-do-lixo/

  • Materiais antropogénicos

    Efeitos, processos, objectos ou materiais antropogénicos (português europeu) ou antropogênicos (português brasileiro) são aqueles derivados de actividades humanas, em oposição a aqueles que ocorrem em ambientes naturais sem influência humana. Este termo é muitas vezes utilizado no contexto de externalidades ambientais na forma de resíduos químicos ou biológicos que são produzidos como subprodutos de atividades humanas. Por exemplo, é largamente aceite que o aumento de dióxido de carbono na atmosfera com origem antropogênica é o fator principal por detrás das alterações climáticas. Libertação de poluentes e poeiras para a atmosfera. Práticas inadequadas de tratamento de resíduos.

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Antropog%C3%A9nico

  • Alcatrão

    O alcatrão é uma mistura de substâncias betuminosas, espessa, escura e de forte odor, que se obtém da destilação de certas matérias orgânicas, principalmente de carvão, ossos e de algumas madeiras resinosas. Destes tipos, o alcatrão de hulha é o produto mais conhecido e comercializado, geralmente por siderúrgicas.[1] À semelhança de um derivado do carvão do qual retirou o seu nome, o alcatrão é uma substância que se encontra presente no fumo do tabaco. O alcatrão é um resíduo negro e viscoso composto por centenas de substâncias químicas, algumas das quais são consideradas carcinogênicas ou classificadas como resíduos tóxicos. Entre as substâncias que se podem encontrar no alcatrão do tabaco, incluem-se hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, aminas aromáticas e compostos inorgânicos.[2] Numa primeira instância, o alcatrão provoca a obstrução dos pulmões e perturbações respiratórias e, assim, à semelhança de outros componentes do cigarro, é responsável pela sua toxicidade, provocando a dependência do tabaco e várias doenças associadas ao seu consumo, como por exemplo, câncer de pulmão e enfisema pulmonar. Em Portugal, a palavra alcatrão também é usada como sinónimo de asfalto.[3] Na clássica experiência em laboratório da origem da vida, por Stanley L. Miller e Harold C. Urey, foi produzido alcatrão como o produto mais abundante (85% da produção)

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alcatr%C3%A3o

    O alcatrão é, na realidade, uma mistura de mais de 4000 substâncias. Dentre elas, as principais são os HPAs, isto é, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, constituintes de uma família de compostos caracterizados por possuírem dois ou mais anéis condensados. Muitos desses são comprovadamente carcinogênicos, o que significa que eles causam alterações nos genes das células comprometidas com a divisão celular. Um dos HPAs mais potentes é o benzopireno, cuja fórmula estrutural é: Fórmula do benzopireno Para se ter uma ideia de quanto o benzopireno e outros aromáticos podem ser perigosos, eles podem provocar câncer em cobaias (ratos) através do simples contato de uma região do corpo do animal, sem pelo, com uma camada do composto. Além dos HPAs, as outras substâncias que compõem o alcatrão são fenóis, cresóis, nitrosaminas não voláteis, íons metálicos e até mesmo compostos radioativos, como o polônio 210. Dentre os componentes do alcatrão, pelo menos sessenta são cancerígenos, como os íons metálicos arsênio, cádmio e níquel. Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/quimica/alcatrao.htm
  • Gaseificação

    O processo de gaseificação não se refere apenas a uma mudança de estado físico, mas sim à transformação química de combustíveis sólidos ou líquidos em um gás de síntese, que é uma mistura de gases combustíveis. Esse gás de síntese pode ser inflamado diretamente, para produção de energia, ou então resultar em matéria-prima de outros compostos de origem industrial, como derivados do plástico, por exemplo, os quais podem também resultar em combustíveis, mas em outro estado físico da matéria. É comum encontrarmos associações da biomassa com uma gaseificação, processo esse que consiste na utilização desta fonte natural de energia. Portanto, de modo mais aprofundado, pode-se compreender uma gaseificação como sendo “a conversão de combustíveis sólidos em gasosos, por meio de reações termoquímicas, envolvendo vapor quente e ar, ou oxigênio, em quantidades inferiores à estequiométrica (mínimo teórico para a combustão). Há vários tipos de gaseificadores, com grandes diferenças de temperatura e/ou pressão. Os mais comuns são os reatores de leito fixo e de leito fluidizado. O gás resultante é uma mistura de monóxido de carbono, hidrogênio, metano, dióxido de carbono e nitrogênio, cujas proporções variam de acordo com as condições do processo, particularmente se é ar ou oxigênio que está sendo usado na oxidação"1. No que se refere às tecnologias de gaseificação, hoje várias são acessíveis, sendo que a maioria delas ainda utiliza como comburente o gás oxigênio (O2), mas em quantidades baixas. Sabe-se que atmosferas ricas em O2 dão origem a combustões completas (com formação de gás carbônico como um dos derivados), já atmosferas deficientes em O2 podem dar origem a combustões incompletas (com formação de monóxido de carbono ou mesmo ao carvão sólido, que também é combustível). Dessa forma, o principal componente de partida de uma gaseificação passa a serem materiais ricos em carbono. Ao ser usada em indiscriminadamente, “a gaseificação possui algumas desvantagens técnicas que devem ser levadas em consideração: a tecnologia é mais complicada que a queima direta e deve-se ter especial atenção com os aspectos de segurança, uma vez que o gás produzido é tóxico. Portanto a instalação dos gaseificadores deve ser feita de forma a evitar vazamentos e em locais bem ventilados. Deve-se considerar ainda a redução da eficiência do sistema de gaseificação, que ocorre devido à perda de calor e ao consumo de energia nos ventiladores. Instalações de pequena escala tem uma má reputação por apresentarem falhas frequentes. A maioria dos problemas ocorrem no manuseio do combustível e na limpeza dos gases. A razão disto é devido ao fato que as instalações para gaseificação não são tratadas como sistemas integrados”.

    Fonte: https://www.infoescola.com/reacoes-quimicas/gaseificacao/